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domingo, 24 de fevereiro de 2013

UniCEUB/BRB/Brasília vence Tijuca Tênis Clube em jogo de portões abertos


O UniCEUB/BRB/Brasília conquistou, na tarde deste sábado (23), a 19ª vitória na quinta edição do Novo Basquete Brasil (NBB). Jogando em casa, o time candango venceu os cariocas do Tijuca Tênis Clube pelo placar de 90 a 79. Desfalcado de Paulão Prestes e Guilherme Giovannoni, ambos lesionados, o técnico José Carlos Vidal lançou à quadra uma formação diferente, com Marcio Cipriano e Alírio entre os titulares.

Com o Tijuca Tênis Clube não tendo trabalho nas ações ofensivas, o treinador do time candango passou a fazer a o rodízio de seus atletas ainda no primeiro quarto. Sem maiores problemas, o Tijuca Tênis Clube não tomou conhecimento dos donos da casa e terminou o primeiro quarto de jogo à frente por 21 a 19.

No segundo quarto o UniCEUB/BRB/Brasília passou a dominar a partida. Com um início arrasador, o time candango chegou a abrir 13 pontos de vantagem (34 a 21). No entanto, o Tijuca Tênis Clube se recuperou na partida e chegou a virar o placar no último minuto da parcial, mas uma bola de três pontos certeira de Nezinho no último lance deu números finais ao placar do primeiro tempo: 41 a 40.

Na volta do intervalo, o UniCEUB/BRB/Brasília voltou melhor. Com a defesa trabalhando bem e impedindo as chegadas ofensivas do Tijuca Tênis Clube, o time candango novamente abriu vantagem no placar. O atual tricampeão do NBB chegou a abrir 12 pontos de vantagem (61 a 49), mas o time carioca novamente reagiu na partida e, ao fim de três períodos, o marcador apontava vitória parcial do UniCEUB/BRB/Brasília por 62 a 57.

No último período, o UniCEUB/BRB/Brasília ampliou a vantagem conquistada no decorrer do jogo. Novamente bem na defesa e com a pontaria calibrada nas bolas de três pontos, o time da capital federal não teve trabalho para fechar a partida com mais um triunfo, o 19º na temporada, pelo placar de 90 a 79.

O cestinha da partida foi Alex, do UniCEUB/BRB/Brasília, que anotou 19 pontos. Pelo lado do Tijuca Tênis Clube, o maior pontuador foi Rashaun, que marcou 17 pontos.

Para o ala Alex, a partida do UniCEUB/BRB/Brasília foi dedicada à torcida. “Hoje conseguimos fazer uma boa partida, mas o ginásio é muito grande e não recebeu o mesmo público que no jogo contra o Flamengo. Mas a gente agradece o torcedor que veio aqui hoje nos ver e a vitória é pra ele”, conta.

O próximo compromisso do UniCEUB/BRB/Brasília é em terras cearenses. O time do Distrito Federal vai até Fortaleza para enfrentar o Basquete Cearense, na terça-feira (26), em partida que ocorre no Ginásio Paulo Sarasate e tem início às 20h. 

sexta-feira, 22 de fevereiro de 2013

UniCEUB/BRB/Brasília vence Flamengo de novo em dia de casa cheia


O vigésimo confronto entre UniCEUB/BRB/Brasília e Flamengo válido pelo Novo Basquete Brasil (NBB) terminou da mesma forma que os últimos confrontos internacionais entre as duas equipes: com vitória do time candango. Jogando no Ginásio Nilson Nelson, que ficou completamente tomado de torcedores para a partida desta quinta-feira, o UniCEUB/BRB/Brasília conquistou a vitória pelo placar de 82 a 70 e chegou à 18ª vitória na quinta edição do NBB.

O primeiro quarto teve pontuação baixa, um reflexo dos erros ofensivos que as duas equipes cometeram. Sem contar com as bolas de três pontos, ambos os times se mantiveram próximos na pontuação, chegando a alternar a liderança em algumas ocasiões. O lance de destaque na primeira parcial foi o toco de Alex, que terminou na bandeja do capitão candango que incendiou a torcida. Ao final de dez minutos de jogo, o time carioca vencia a partida por 15 a 13.

O UniCEUB/BRB/Brasília fez valer o fator quadra e passou a ditar o ritmo de jogo no segundo quarto. Contando com a força de seu jogo coletivo, e com a mão precisa de Nezinho, que começou a acertar os arremessos de três pontos, o time candango pressionou o Flamengo, que se perdeu no ataque e viu o time candango terminar o primeiro tempo de partida vencendo por 37 a 31.

Na volta do intervalo, o UniCEUB/BRB/Brasília continuou comandando as ações ofensivas. Apesar do Flamengo esboçar uma reação, chegando a ficar apenas um ponto atrás no marcador, o time candango manteve a calma e, mais uma vez, se manteve na ponta do placar. Com um final de quarto nervoso, onde as duas equipes cometeram um alto número de faltas, o UniCEUB/BRB/Brasília conseguiu se manter na dianteira, terminando o terceiro período de jogo à frente por 57 a 51.

No último quarto, o UniCEUB/BRB/Brasília mostrou porque é o atual tricampeão do NBB. Promovendo uma defesa forte, que complicou as ações ofensivas do Flamengo, o time candango passou a jogar no contra-ataque, o que facilitou a vida do UniCEUB/BRB/Brasília. Mantendo a vantagem na casa dos dez pontos, os donos da casa apenas administraram a partida a partir da metade do último período, para conquistar a 18ª vitória no NBB, pelo placar de 82 a 70.

O cestinha da partida foi Nezinho, do UniCEUB/BRB/Brasília, que anotou 18 pontos. Pelo lado do Flamengo, o maior pontuador foi Olivinha, que marcou 17 pontos.

Para o armador Nezinho, destaque da partida, o UniCEUB/BRB/Brasília já passa a incomodar mais na classificação. “Agora o Flamengo já nos vê no retrovisor. Estamos a 200 km/h e quando o UniCEUB/BRB/Brasília chega a essa velocidade, é difícil de segurar”, conta.

Para o ala Alex, o UniCEUB/BRB/Brasília fez um jogo regular em alguns momentos. “Hoje fizemos uma partida regular, principalmente no primeiro quarto. A partir daí conseguimos melhorar a defesa e conseguimos sair de quadra com a vitória”, afirma.

O próximo compromisso do UniCEUB/BRB/Brasília é novamente em casa. O time recebe o Tijuca Tênis Clube (RJ), no Ginásio Nilson Nelson, em partida que ocorre às 16h30. 

Por Agência de Notícias UniCEUB

sexta-feira, 15 de fevereiro de 2013

Universitário cria jogo para auxiliar alunos de baixa renda a aprenderem matemática



Quem foi que disse que estudar matemática não pode ser uma tarefa divertida? Foi apostando nisso que o estudante de engenharia de software da Universidade de Brasília (UnB), Edson Henrique criou um jogo (para computador e tablet) que pode ser baixado gratuitamente, em sua versão de demonstração, e voltado especialmente para estudantes de escolas públicas. O jovem deseja que o trabalho dele possa chegar a alunos de baixa renda.

O jogo Matz – Challenge of the Ancients (Matz – Desafios dos Antigos) foi projetado pelo rapaz a partir de suas próprias experiências. O desenvolvedor lembra  a dificuldade dos colegas em entender a matéria pela “receita de bolo” dada, ou seja, não havia liberdade de criatividade dos alunos, que eram obrigados a seguir as fórmulas dadas pelos educadores.

O alvo - A professora de uma escola na cidade do Gama, a 30 km de Brasília, Marise D`arc, aprovou o jogo. Ela leciona para crianças de faixa etária a partir dos 5 anos de idade e trabalhou com Edson colocando cerca de 20 alunos dela para jogar Matz. “Eu acho um jogo tranqüilo para as crianças”, opina Marise. Segundo ela, os meninos mais velhos dominaram melhor o game. Com a autorização da direção da escola, o projeto deve alcançar mais alunos.
  
Como se joga? 

Na parte superior da tela há alguns hexágonos de dois tipos: os numerados de 1 a 6 e os que trazem operações aritméticas indicados pelo sinal correspondente: adição, subtração, multiplicação e divisão. Eles irão descer até a parte de baixo. Se chegarem até lá o jogador perde a partida. Os blocos começam a descer mais rápido a medida que se passa de fases..

No meio da tela existe um canhão com um algarismo que pode ser alterado entre 1 e 9 pelo jogador. Escolha uma das operações para resolver, prepare o número correto e atire num dos blocos. Se acertar, ele sumirá. Em caso de erro, o tiro sairá pela culatra e mais operações surgirão na tela.

No momento, apenas a versão de demonstração está disponível contando apenas com as operações da adição. Segundo Edson, Matz ganhará mais duas atualizações. A próxima trará os cálculos de subtração, multiplicação e divisão e está prevista para ser lancada em aproximadamente quatro meses. 

Com o objetivo de atingir estudantes de baixa renda, o desenvolvedor quer levar o jogo para as escolas públicas e particulares do DF. Para isso, ele precisa de recursos do governo e da autorização da Secretaria de Educação do Distrito Federal.

Matz está disponível para usuários de tablets com o sistema Android. Segundo Edson, na semana que vem versões para computadores convencionais e iPads serão lançadas.


Por João Rodrigues - Agência de Notícias UniCEUB

sexta-feira, 25 de janeiro de 2013

UniCEUB-BRB atropela Mogi das Cruzes, mas tem titular contundido


O tricampeão UniCEUB/BRB/Brasília não deu chances, na noite desta quinta-feira (24), ao Mogi das Cruzes e venceu por 94 a 67. O time da capital, em terceira na tabela de classificação, entrou em quadra sem surpresas na formação: Arthur, Alex, Guilherme, Nezinho e Paulão.  Os cestinhas do jogo foram os alas/pivôs Guilherme Giovanoni pelo time brasiliense e Thomas Gehrke pelo time paulista, que estacionou na 15a. colocação. A notícia ruim para o time do DF foi que Arthur saiu contundido e é dúvida para o próximo jogo.

O jogo

No primeiro quarto o Brasília saiu na frente e mostrou ao Mogi das Cruzes porque é o atual campeão. Com ataque certeiro e uma defesa bem encaixada, o time abriu 10 pontos de vantagem e fechou o quarto com 27 a 17. No segundo quarto, a equipe brasiliense voltou ainda mais forte no ataque chegando a ficar 20 pontos de diferença e foi para o intervalo na frente no placar com 54 a 30. No segundo tempo do jogo o Mogi das Cruzes acertou a defesa e melhorou as jogadas de ataque empatando no quarto por 21 a 21. Mas mesmo assim o time de Brasília foi para o terceiro quarto com larga vantagem, vencendo por 75 a 51. No último tempo do jogo o técnico do UniCEUB/BRB/Brasília, José Carlos Vidal,  aproveitou para colocar os reservas em quadra, mostrando que a equipe está toda entrosada e que mesmo o time reserva está com ritmo de jogo.

José Carlos Vidal acredita que o time está pegando o ritmo e que não tem necessidade de mudar o jeito de jogar. “A única diferença mesmo é o Paulão trazendo equilíbrio para meia quadra.” O pivô do time paulista, Babby, afirma que apesar da derrota, a equipe vem crescendo na competição e o time, apesar de novo, tem feito bons jogos. “O campeonato é longo, é o primeiro ano de NBB do time, mas a gente quer mostrar um bom basquete”.

O próximo jogo do UniCEUB/BRB/Brasília será no sábado(26) contra o São José, que se enfrentaram na final da temporada passada. O time do Mogi das Cruzes, no mesmo dia, vai a Fortaleza tentar a recuperação contra o Cearense.

O pivô do time brasiliese, Alex Garcia, acredita que será um jogo duro por ser um adversário forte que manteu a base da temporada passada, mesmo com o principal jogador, Murilo Becker voltando agora de um longo tempo parado. “É só a gente impor um ritmo na defesa que consegue uma vitória em casa novamente”.

Por Cecília Sóter - Agência de Notícias UniCEUB

segunda-feira, 10 de dezembro de 2012

Estudantes de comunicação inovam ao representar "Fluxus" em Brasília. Confira


''Livrem o mundo da doença burguesa, da cultura 'intelectual', profissional e comercializada. Livrem o mundo da arte morta, da imitação, da arte artificial, da arte abstrata... Promovam uma arte viva, uma antiarte, uma realidade não artística, para ser compreendida por todos, não apenas pelos críticos, diletantes e profissionais... Aproximem e amalgamem os revolucionários culturais, sociais e políticos em uma frente unida de ação.''As palavras do artista lituano George Maciunas, um dos fundadores do movimento Fluxus e precursores da Arte Conceitual, inspiraram um grupo de estudantes de comunicação, em Brasília, na disciplina de história da arte, para uma demonstração inovadora do que aprenderam.


O estudante Caio Leite, um dos integrantes do grupo, aponta que cada pessoa demonstrou seus próprios sentidos e sentimentos. “Nos inspiramos no surrealismo e pop art, principalmente, o que fica evidente no uso das tintas e cores. Usamos vários elementos inspirados em clipes recentes de pop. Nos takes individuais em que cada um se pinta, cada pessoa representa uma sensação”.

O grupo seguiu uma lógica para demonstrar os sentidos: desespero, raiva, instabilidade e luxúria. Os universitários explicam que, na cena onde existem duas pessoas pintadas de dourado e prateado, a ideia era retratar o nascimento da arte e anti-arte em consonância. Elas começam a interagir entre si, como se tentassem se compreender. “Na última cena, da menina fumando, está invertida, como se todas as execuções do resto do vídeo voltassem pra ela, que compreende tudo, mas tem uma expressão indiferente”, aponta Leite. O grupo é integrado também por Mateus Aguiar, Ana Carolina Pontes e Ana Carolina Barbosa e foi orientado pela professora Déia Francischetti. De acordo com a docente, os alunos compreenderam de forma bem prática o que estudaram.

Fluxus – O artista lituano George Maciunas, de acordo com o catálogo “O que é Fluxus? O que não é? O porquê”, deu origem ao movimento, no ano de 1961, em Nova Iorque, com uma revista e uma série de concertos que criticavam a lógica comercial da arte e que valorizava a arte conceitual e a anti-arte, desconstruindo o estético para valorizar a ética. Dos Estados Unidos, o movimento seguiu para Europa e Ásia.




Manifesto original pelo Fluxus (1961)

sexta-feira, 23 de novembro de 2012

De início próspero à derrocada: Rede Manchete é tema de livro de Arnaldo Niskier

“Quando sobreveio a mídia eletrônica, em 1983, registrou-se uma sucessão letal de equívocos. Eles não pertenciam ao ramo”. Esse é um dos diagnósticos do jornalista Arnaldo Niskier, homem forte do grupo Bloch por 37 anos, contidos em Memórias de um sobrevivente: a verdadeira história da ascensão e queda da Manchete, publicado pela Editora Nova Fronteira. O autor, que ocupa a cadeira de número 18 da Academia Brasileira de Letras, lançou o livro nesta quinta-feira (22), no UniCEUB, em Brasília.


A obra retrata, com minúcias, como um império que chegou a mais de sete mil funcionários e dava todos os indícios de promissor, (com revista de circulação nacional, emissoras de rádio e TV) perderia tudo e teria, no início dos anos 2000, um passivo financeiro e de imagem.


A revista, por exemplo, trazia um estilo próprio, na segunda metade do século 20, principalmente na apresentação visual e na linguagem. A editora Bloch honrava-se em anunciar que era um jornalismo feito por brasileiros. O dia em que “as máquinas pararam” é trazido por Niskier com riqueza de detalhes A publicação deixou de circular no dia 31 de julho de 2000 e 2822 profissionais perderam os empregos. “Ponto final de um capítulo glorioso do jornalismo brasileiro”, aponta Niskier. Foram 2520 edições. “Naquele (último) dia, 2822 profissionais perderam um pedaço de suas vidas”. No mundo eletrônico, que teria sido um voo alto demais para o grupo, o autor identifica que houve poucos sucessos, o que incluiu a telenovela Pantanal.


Lançamento em Brasília ocorreu no UniCEUB

 

Na obra, o autor utiliza documentos e a memória para traçar o panorama técnico da rede e, também, o psicológico do fundador, Adolpho Bloch. Inclusive, a visão do antigo magnata da comunicação é também retomada com um olhar privilegiado.  “Acima de tudo, um realizador. Adolpho tinha uma grande capacidade de premonição”, registra Niskier. De acordo com ele, o perfil do dono do grupo fez com que tivesse grande aproximação com Juscelino Kubitschek.


Além de homenagear os profissionais que fizeram parte dessa incrível história de céu e inferno, a obra faz com que, por um lado, aqueles que foram público dos veículos recordem e revisitem esse passado recente, e por outro, os mais jovens podem conhecer uma das trajetórias mais fulminantes da comunicação brasileira. Depois de 12 anos do final melancólico de Manchete, a obra de Niskier pode ser considerada mais uma grande reportagem a partir da perspectiva desse autor que viveu tão intensamente as redações dos veículos. Seja como for, o leitor poderá reconhecer um legado, também para os tempos da internet, que não pode ficar desconhecido porque as máquinas pararam.

 



 


A primeira edição (Imagem reproduzida)

 



 


         A última edição (imagem reproduzida)

 

Por Luiz Claudio Ferreira e João Gomes (texto) e Jackson Sena (fotos) - Agência de Notícias UniCEUB



domingo, 18 de novembro de 2012

TV pública promove jornalismo participativo no Vale do Urucuia (MG)


O quadro Outro Olhar, da TV Brasil, realiza durante a 5ª edição do Festival Sagarana, no Vale do Urucuia – MG, oficinas de jornalismo participativo com as comunidades  presentes no evento. A idéia é fazer com que as atividades do evento e a realidade da cidade de Sagarana, possam se transformar em vivências audiovisuais. O objetivo das oficinas é capacitar os presentes a usarem câmeras e aparelhos celulares, para retratar sua realidade e poder apresentá-la ao pais pelos olhos de quem vive na região.

Leia mais

O Outro Olhar é o espaço da sociedade civil no jornalismo da TV Brasil. Com vídeos de até 2 minutos, qualquer pessoas pode enviar um vídeo mostrando a realidade da sua região. Eles poderão ser exibidos no telejornal Repórter Brasil.
Para quem quiser participar da cobertura, é possível enviar  conteúdos para: conteúdo@ebc.com.br.


quinta-feira, 15 de novembro de 2012

Maioria das grandes cidades têm plano de redução de risco, aponta IBGE


O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística conferiu com as prefeituras dos 5.565 municípios brasileiros se elas possuíam plano municipal de redução de risco ou algum programa ou ação de gerenciamento de riscos de deslizamento e recuperação ambiental de caráter preventivo. A resposta para a pergunta coloca os municípios com mais de 500 mil habitantes de um lado e os com menos de outro. Sudeste e Norte são as regiões que lideram quanto à existência de Plano Municipal de Redução de Risco e as regiões Sul e Sudeste as que lideram quando o assunto são ações ou programas preventivos de deslizamento e recuperação ambiental.

Mais da metade dos mais populosos têm plano de redução de risco e outros 21,1% estão em processo de elaboração. Quanto aos menos populosos, apenas 6,2% das prefeituras afirmaram ter plano de prevenção de risco e outras 10,1% disseram que estão em processo de elaboração. Segundo o relatório do IBGE, 32,6% dos municípios declaram realizar programas ou ações de gerenciamento de risco de deslizamento e recuperação ambiental de caráter preventivo.

Esses 1.812 municípios (32,6% do total Brasil) realizam, em sua maioria, drenagem urbana e construção de redes e galerias de águas pluviais. Outras prioridades são a realização de obras de contenção, proteção, drenagem superficial ou profunda e remoção de moradias.

O relatório da Pesquisa de Informações Básicas Municipais – MUNIC 2011, divulgado no dia 13 de novembro diz que um Plano de Redução de Riscos é um documento no qual se mapeiam riscos ambientais, geológico-geotécnicos e construtivos, traçando-se objetivos, metas e ações para a prevenção e controle desses riscos. Já os programas ou ações de gerenciamento de deslizamento e recuperação ambiental preventiva são as intervenções isoladas de diversos tipos, como, por exemplo, drenagem urbana, recuperação de várzeas, renaturalização de rios e córregos, construção de muros de proteção e diques, drenagem e assoreamento, dentre outros.

A íntegra da pesquisa está disponível no site do IBGE, no link

Por Mônica Prado, Agência de Notícias UniCEUB
Foto: Centro de Comunicação Social da Aeronáutica - enchente em Blumenau (SC) - 2008